O teu amor (:

1 02 2009

Olho para o céu, e começo pensar, nossa como minha vida mudou! Desde o dia em que eu te conheci, tem sido perfeito, cada momento contigo é mais do que perfeito, não se pode descrever, não se pode imaginar, mesmo com minhas falhas, meus defeitos, Ele se importou comigo. O teu amor não foi idealizado para que eu possa compreender, não sei, não pode-se entender teu sacrifício, o preço pago pela minha vida, a sua vida, não tem palavras que descreva o quanto sinto. O quanto sinto teu amor em todos os lugares, em todos os momentos, nas vidas das pessoas, nas simples obras que criastes. Não se importando com meus erros, e meu julgo foi completamente esquecido, completamente tirado, minha alma hoje é livre, eu sou mais livre do que nunca, e estava comigo desde o princípio, e eu não dei valor, mas hoje posso ver, hoje posso sentir o que preparastes pra mim, hoje posso viver teus planos, teus sonhos, pois Tú és comigo, a Beleza do teu amor é indescritível, que nos leva a redenção total das nossas vidas. – Jesus Cristo eu te amo.
http://br.youtube.com/watch?v=Rsk9ND9eKFc
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A Importância da Leitura

29 01 2009

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A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo – embora, muitas vezes, não nos demos conta.

A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.

Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.

Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,

cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. […] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.

A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.

Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:

[…] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido – nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.

Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura – o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.

E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.

Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.

Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, “o verbo ler não suporta o imperativo”. Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.

Por Maria Carolina





Simples

23 01 2009

simples

Ae gente, desculpa ai a demora pra postar, tivemos alguns inconvenientes.

HAHA, como o post já diz, hoje vai ser bem simples, e eu queria falar mesmo é da simplicidade, tipo, é algo bem simples hahaha. Meu, hoje eu tava voltando da aula e na perua que eu pego tinha um homem, que tava vendendo algumas coisinhas, ai ele era tão simpático, consetguia a atenção de todos, e sempre agradecia a Deus por estar lá, conversando com as pessoas e tals, e agradecia por estar trabalhando e tudo mais, em todo tempo. Eu até achei estranho né, ele agradeceu a Jesus, por estar ali, e no final, quando ele estava indo embora ele distribuiu um panfleto evangélico. Ai eu pensei, putz mano, como esse cara é simples, tipo, eu vi Jesus na simplicidade daquele homem, no sorriso dele, e Ele não reclamava, por que não é qualquer um que quer trabalhar de vender coisas no ônibus, e meu, ele conversou com várias pessoas, olha só quanta gente ele abençoou no final daquele dia. Ai eu penso comigo mesmo, nossa eu quero fazer a revolução, quero mudar, quero pregar, quero “fazer a diferença” em todos os lugares que eu for, mas muitas vezes eu não paro pra tratar uma pessoa com amor. As vezes o que as pessoas mais querem não é uma aula de teologia, mas querem sentir-se amadas com simples gestos de amor. Ah, é isso gente, Deus é amor, e qualquer que ama é nascido de Deus, e conhece a Deus.

Jesus era simples.

Entrem: http://www.sexxxchurch.com

& solomon1.com

e vejam esse vídeo gente:
http://vimeo.com/2855306?pg=embed&sec=2855306

orem pra que a gente possa postar todo dia.
😀





Igrejas?

19 12 2008

“Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.”Filipenses 1:27

Que não haja divisão entre igrejas, por que nós formamos o corpo da igreja de Cristo, o qual é o cabeça da igreja. Cada um tome sua parte no corpo, que todos lutem por Cristo, não importa o lugar, não importa a igreja, o Espírito é o mesmo! O alvo é Cristo, o objetivo são almas.